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João Paulo aponta queda do Brasil em ranking de IDH



Ismael Alves
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O relatório das Nações Unidas que apontou a queda do Brasil no ranking do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), divulgado na última terça (15), motivou discurso do deputado João Paulo (PCdoB), no Grande Expediente da Alepe, na última quinta (17). O País passou da 79ª para a 84ª posição na lista, entre 189 países avaliados.

Para o comunista, o desempenho é “resultado da aliança entre neofascismo e o neoliberalismo efetivada no governo de Jair Bolsonaro”. “Enquanto este age para tirar dos pobres e dar aos ricos, aquele faz ataques raivosos às tendências de esquerda, criando narrativas cronicamente mentirosas, mas capazes de seduzir parte da opinião pública”, observou. “A união desses dois campos foi sacramentada com a nomeação do ultraliberal Paulo Guedes para chefiar a Economia.” 

O Índice de Desenvolvimento Humano baseia-se em critérios relacionados a saúde, renda e escolaridade, e teve como base os dados obtidos em 2019. João Paulo frisou, ainda, que o Brasil perderia 20 posições no ranking se os quesitos de desigualdade social fossem acrescidos à fórmula que define o IDH.

“No Governo Bolsonaro, nosso País voltou ao Mapa da Fome, tornou-se pária internacional, agrediu o meio ambiente, cortou direitos e desregulou a economia em favor dos mais ricos e em detrimento dos mais pobres”, citou o parlamentar. “O resultado não surpreende: esse presidente leva o povo à miséria”, pontuou.

Além disso, para João Paulo, a situação atual demonstra que “o PT foi retirado do poder por seus aspectos positivos e não por seus defeitos”. “Nos governos de Lula e Dilma, havia um consenso de que a democracia não combina com programas de austeridade”, relembrou o deputado.