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Coligação de Joaquim Neto ingressa com representação na Justiça Eleitoral em desfavor de Joselito Gomes e Darita, alegando descumprimento de normas sanitárias durante adesivaço


Ismael Alves
ismaelgravatafm@gmail.com
(81) 99139-7305


A Coligação 'A mudança Continua', composta pelos partidos PSDB, MDB, PP e DEM  que integram a base de sustentação da candidatura do prefeito Joaquim Neto (PSDB) à reeleição em Gravatá, Agreste, ingressou com uma representação na Justiça Eleitoral nesta Segunda-feira, 12,  em desfavor da Coligação 'Frente Popular de Gravatá', que tem a dupla Padre Joselito e Darita como candidatos a prefeito e vice, respectivamente. 

O editor deste blog teve acesso aos autos do processo de n° 0600380-03-2020.6.17.0030 que tramita na 30ª Zona Eleitoral. Nele, a Coligação de Joaquim Neto denuncia a coligação adversária por promover, "de forma desrespeitosa, acintosa e sem qualquer preocupação com a saúde dos munícipes, evento que descumpriu todas as normas sanitárias em vigor e o Termo de Ajuste de Conduta (TAC) firmado com o Ministério Público de Pernambuco (MPPE) no dia 07 deste mês." Alegou.  

Ainda de acordo com os autos do processo, o evento da 'Frente Popular de Gravatá', realizado nesta Segunda-feira, 12, em frente ao comitê, causou "aglomeração de pessoas sem o uso de máscaras e desrespeitando o distanciamento social, o que teria afrontado o "Parecer Técnico n° 06/2020-SEC-PE, emitido pelas Autoridades sanitárias da União e do Estado de Pernambuco, referente às normas sanitárias para as Eleições 2020". 

Outras supostas irregularidades apontadas na representação teriam sido cometidas em desrespeito à Legislação do Trânsito. Segundo a coligação de Joaquim Neto, o ato político do PSB promoveu carreata com "pilotos de motocicletas sem capacetes e veículos transportando passageiros na carroceria". 

Diante das informações expostas à Justiça Eleitoral, a coligação denunciante solicitou aplicação de multa no valor de R$ 20.000,00 contra a 'Frente Popular de Gravatá' em virtude do descumprimento do TAC, além de acionar o Ministério Público Eleitoral.