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PT processa líder da Assembleia de Deus e pede aplicação de multa sob alegação de propaganda eleitoral antecipada



O Partido dos Trabalhadores (PT), sigla do ex-presidente Lula, entrou com representação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o pastor José Wellington Costa Júnior, presidente da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil (CGADB), sob a acusação de propaganda eleitoral antecipada.

A ação se refere à participação do presidente Jair Bolsonaro na 45ª Assembleia Geral Ordinária (AGO), evento que reuniu pastores de todas as regiões do país.

O PT diz na denúncia que “o evento não passou de um ato de campanha, a despeito da aparência de culto religioso”.

Bolsonaro esteve no evento no dia 19 de abril. A Assembleia Geral foi de 18 a 21 de abril. Além do pastor José Wellington, o PT também representou o presidente e o deputado federal Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), líder da bancada evangélica na Câmara que, segundo a acusação do PT, “discursaram em favor da reeleição do presidente, com a sua anuência explícita”.

Na representação, o PT pede a condenação de todos os três ao pagamento de multa no valor máximo previsto por campanha antecipada, estipulado em R$ 25 mil pela legislação.