Após tuíte acusando Kátia Abreu, senadores voltam a pedir demissão de Ernesto Araújo




Ismael Alves
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Estadão - Após o chefe do Ministério das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, acusar a senadora Kátia Abreu (PP-TO) de atuar em favor de interesses da China, especificamente na questão do mercado de 5G, senadores fizeram novas críticas ao chanceler e voltaram a pedir sua demissão.


O presidente do Progressistas, senador Ciro Nogueira (PI), lamentou a criação da celeuma. “No momento em que há um grande esforço para a pacificação e o entendimento, lamento muito que justamente o responsável por nossa diplomacia venha a criar mais um contencioso político para as instituições. O Brasil e o povo brasileiro não merecem isso”, escreveu Nogueira no Twitter.


O senador Weverton (PDT-MA) disse que “já passou da hora de Ernesto Araujo ser demitido do Itamaraty” e que ele, para se manter no cargo, abre uma guerra de fake news contra senadores.



“Encurralado pela péssima gestão à frente da política externa brasileira, principalmente na compra de vacinas, Ernesto Araujo tenta se manter no cargo abrindo uma guerra de fake news contra senadores sérios como @KatiaAbreu”, escreveu Weverton na mesma rede social. “Não vamos aceitar mais esse desrespeito contra o Senado Federal e o Congresso Nacional. Táticas de mobilização, com cortinas de fumaça, não funcionarão. Já passou da hora de Ernesto Araujo ser demitido do Itamaraty”, completou.

Mais cedo neste domingo, 28, o chanceler divulgou nas redes sociais o conteúdo de uma conversa reservada com a senadora Kátia Abreu durante um almoço no Itamaraty, insinuando que ela teria feito lobby em favor do 5G da China.


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