Opinião: discrição marca primeiro mês da gestão do prefeito Joselito em Gravatá - Por Ismael Alves



Ismael Alves
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Desde o dia 01 de Janeiro deste ano, a cidade de Gravatá, no Agreste, está sob nova administração. O atual gestor, padre Joselito Gomes (PSB), que integra o grupo comandado pelo deputado estadual Waldemar Borges (PSB), aos poucos, busca se situar ao cargo de mandatário do Executivo.

No entanto, os primeiros 30 dias do novo governo  foram equânimes. Não houve um choque de gestão, de identidade visual e nem sequer um raio-x que pudesse mostrar, tecnicamente, a situação administrativa que a prefeitura foi encontrada. Ou tudo estava em ordem?

Quanto ao novo time administrativo, reúne veteranos e aspirantes, além de gente de casa e de longe. Tem gente com competência já provada e  tem gente que está tendo a oportunidade de provar competência. 

Percebe-se também que, o novo governo não conseguiu acomodar aliados de campanha, o que tem gerado desconforto desde antes do padre Joselito ter assumido o cargo de prefeito. 

Além de buscar meios para equacionar essas questões, a nova gestão precisa se despir da bata da discrição e imprimir um ritmo de governo vigoroso. Não é preciso fazer milagres, mas é necessário um torque que impulsione e faça a coisa deslanchar. 

A resolução desses pontos são fatores cruciais para o bom desempenho do grupo governista nas eleições do ano que vem, afinal de contas, em 2022 todo mundo vai precisar estar nas ruas para eleger deputados federal e estadual, governador, senador e presidente da República.

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