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Gravatá | Aliados do padre Joselito, 'Irmão Valter' e 'Marcelo Motos' declaram insatisfação com nomeações 'importadas' na gestão



Ismael Alves
politicanoforno@gmail.com
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O padre Joselito (PSB), prefeito de Gravatá, Agreste, foi alvo de  cobranças feitas pelo suplente Irmão Valter (PSB) e o ex-vereador Marcelo Motos (PSB), durante entrevista concedida ao radialista Jota Silva na rádio Gravatá FM, na noite desta quarta-feira, 06.

Valter, que ficou como terceiro suplente da sigla, foi taxativo ao demonstrar insatisfação com nomeações do primeiro escalão do governo recém-iniciado. O motivo, segundo ele, é a presença de pessoas advindas de outros municípios para integrar a gestão, o que seria contraditório ao discurso de campanha adotado pelo prefeito. 

Ainda na entrevista, Valter afirmou que não recebeu ligação do padre Joselito desde o fim das eleições. Ainda de acordo com o suplente, por menos de 100 votos sua cadeira no Legislativo não foi conquistada. Valter relatou ter deixado, por diversas vezes, sua campanha em segundo plano para priorizar o pleito majoritário, o que teria respingado no resultado.

Sem demonstrar arrependimento por ter apoiado o padre Joselito, o PM enfatizou que seu maior aborrecimento é por conta da importação de secretários advindos de Bezerros, Recife e outros municípios. Ele defende que os cargos da gestão sejam ocupados por pessoas de Gravatá, o que seria um dos compromissos firmado pelo padre Joselito.

Já Marcelo Motos, que não conseguiu se reeleger, evidenciou que estava disposto a não disputar as eleições, mas foi procurado e incentivado, mudando de opinião e colaborando com a retirada do então prefeito Joaquim Neto (PSDB). Na mesma linha de Valter, Marcelo demonstrou reprovar a alocação de secretários importados.

Na campanha eleitoral Irmão Valter obteve 687 votos, enquanto Marcelo somou 521.