"Nem PSB nem PT": Priscila Krause destaca trajetória de oposição ao PT e relembra denúncia contra o PSB que revelou desvios que somam R$ 670 milhões na pandemia



Ismael Alves
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Em um post publicado às vésperas do segundo turno das Eleições 2020,  no Recife, a deputada estadual Priscila Krause (DEM), que foi candidata a vice na chapa com Mendonça no primeiro turno, reiterou seu posicionamento contrário aos postulantes João Campos (PSB) e Marília Arraes (PT), que disputam a prefeitura. 

Nas redes sociais, Priscila afirmou que, "nas urnas, amanhã, não há caminho alternativo. A democracia nos permite caminhos diversos para fizer não: o voto nulo, o branco, a abstenção. Farei a última opção."

Ao se referir ao partido de Marília, Priscila relembrou sua trajetória de oposição ao PT, afirmando que "jamais" votou na sigla e que fará o mesmo nestas eleições. 

Ao se referir ao PSB, legenda representada por João Campos, a deputada relembrou uma denúncia feita há sete meses por indícios de corrupção na gestão de Geraldo Júlio (PSB), vindo a descobrir um "esquema criminoso com um modus operandi estrategicamente pensado para se aproveitar da população num momento tão devastador e triste que é o da pandemia. Nunca vi nada igual aqui no Recife em todos esses anos de fiscalização. Sete operações da polícia federal não os intimidaram. Há informações de que o esquema continua rolando. O operador afastado pela polícia federal tenta toda semana voltar ao cargo para cumprir suas tarefas com mais conforto. Um esquema que envolveu contratos de somaram 670 milhões de reais. Sei de todos os riscos que corri e corro. Nunca recuei." Escreveu a parlamentar.

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