Gravatá | União das oposições foi fator crucial para a vitória do Padre Joselito



Ismael Alves
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Sem as alianças costuradas entre as diferentes frentes oposicionistas  de Gravatá, Agreste, dificilmente o Padre Joselito Gomes (PSB) seria  sido vitorioso no processo eleitoral findado no último Domingo, 15. Entender essa equação é tarefa simples, já revelada pelos números.

Vejamos: Joselito obteve 26.909 votos contra 20.508 de Joaquim Neto (PSDB), que buscava a reeleição. A frente de votos do socialista sobre o tucano foi  6.401 votos. Pela lógica, se Joaquim tivesse conseguido reverter 3.200 eleitores + 1, seria reeleito mais uma vez. 

Diante disso,  não é exagero dizer que a união das oposições foi fator decisivo para a vitória do Padre Joselito, afinal, a junção dos diferentes grupos, sem dúvidas, influenciou mais de 3.220 eleitores. Para se chegar a essa fórmula, sacrifícios políticos foram realizados por pessoas que 'botaram fé' no padre, literalmente.

O policial rodoviário federal Júnior Darita  recuou de uma candidatura ao cargo de prefeito e aceitou compor a vice com Joselito; Daniel Alves (PSC) também abriu mão da sua candidatura depois de uma intensa pré-campanha; Gustavo da Serraria deu um passo atrás e aceitou apoiar a campanha do Padre Joselito, além do PT, que mesmo sem uma pretensão para a majoritária, engrossou o caldo do PSB, e outros nomes e siglas que somaram forças.

Apesar de parecer simples, cada um desses gestos envolvem renúncias, sonhos e muito esforço por cada um dos protagonistas políticos que mostraram disposição em abraçar o projeto coletivo de oposição, liderado pelo deputado estadual Waldemar Borges (PSB) e o ex-prefeito Ozano Brito (PSP), e, tendo como ícone, o Padre Joselito. Também é óbvio que, sua boa reputação foi combustível potente para a alavancagem da campanha.


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